Farra de Flávio com lobistas mistura prazeres pagos e desprezo pela vida
Farra de Flávio com lobistas mistura prazeres pagos e desprezo pela vida
Não é o pagamento de propina na forma de Rolex, de bebidas e do serviço de garotas de programa que mais chama atenção na nova investigação da revista piauí sobre Flávio Bolsonaro, que pode ser eleito presidente da República no próximo domingo. É o fato de que, apesar de se vender como o "Bolsonaro que toma vacina", ele lubrificava relações com picaretas que usavam o imunizante para tentar ganhar bilhões do governo gerido (sic) por seu pai. Tudo enquanto mais de mil pessoas morriam por dia durante a pandemia.
Na noite de 16 de julho de 2020, o país contava 1.299 mortos por Covid em 24 horas. Minutos depois, segundo reportagem de João Batista Jr, Ana Clara Costa e Breno Pires, um jatinho decolava de Congonhas rumo a Brasília com Francisco Maximiano e Danilo Trento, dono e diretor da Precisa Medicamentos, o agente de viagens da dupla e três garotas de programa. No dia seguinte, o senador embarcou numa lancha no Lago Paranoá abastecida com vodca, gim e companhia contratada. Ao desembarcar, ganhou o Rolex tirado do pulso de Trento. Naquele 17 de........
