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Lúpus: um novo remédio para quem não responde ao tratamento padrão

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24.03.2026

Lúpus: um novo remédio para quem não responde ao tratamento padrão

Não existe a doença lúpus. Existe a criatura doente com lúpus. Aprendi esse jeito de olhar para a situação com a reumatologista Viviane de Souza, professora da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), em Minas Gerais. Isso porque quem acaba acometido por essa doença autoimune nunca tem manifestações iguais às de outra pessoa com a mesmíssima condição. Não há tédio, só desafios.

O nome completíssimo do problema é lúpus eritematoso sistêmico. "Eritematoso" vem da vermelhidão que costuma dar na cara, traçando um desenho que lembra as asas de uma borboleta nas bochechas. Se bem que a pele de outras partes do corpo também termina irritada. Às vezes, nem o couro cabeludo é poupado e a cabeça se torna calva.

Já o termo "sistêmico" é porque o lúpus sempre acomete diversos órgãos ao mesmo tempo. Tudo por causa das células de defesa, principalmente os linfócitos B, que deixam de reconhecer tecidos do próprio corpo e passam a metralhá-los sem dó, nem piedade, como se fossem estranhos invadindo o território sagrado do organismo. "Falo para os meus alunos e repito para os meus pacientes: o lúpus pode afetar desde o fio de cabelo até a unha do dedinho do pé", diz a professora. Por isso, no final, as manifestações são as mais variadas.

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No entanto, três tipos de células costumam ser vítimas preferenciais das investidas do sistema imunológico: as das articulações, as da pele e as dos rins. O grande temor é quando estas últimas viram alvo, o que acontece em uns seis em cada dez casos.

"O resultado, então, é um quadro conhecido por nefrite lúpica, que é a maior causa de transplante e de mortalidade entre os........

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