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Mesmo com 10 a França é melhor que o Brasil

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26.03.2026

Mesmo com 10 a França é melhor que o Brasil

A França completa é melhor que o Brasil completo e o Brasil nem completo estava, sem seis ou sete titulares.

E as duas seleções disputaram primeiro tempo equilibrado, embora com domínio francês e contra-ataques brasileiros.

Casemiro fez dois lançamentos preciosos, um deles mal-aproveitado por Raphinha, mas foi desarmado no meio de campo no lance em que Mbappé abriu o placar, aos 31 minutos, ao cavar sobre Ederson em lançamento de Dembélé.

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Vinicius Júnior esteve desaparecido durante os 48 minutos iniciais e Luiz Henrique entrou para o segundo tempo no lugar de Raphinha, a léguas do atacante do Barcelona, e com dores na perna esquerda.

Os dois goleiros não fizeram defesa alguma durante a etapa inicial, pois a bola que foi no gol brasileiro entrou: 1 a 0.

Restava saber se a Seleção Brasileira iria jogar "sinistro", no sentido da gíria, como irado, ou no literal, funesto.

E Luiz Henrique começou como se fosse Mané Garrincha, ao levar terror à área tricolor.

Nos primeiros cinco minutos criou dois lances de perigo para seus companheiros e ainda obrigou Maignan a fazer boa defesa.

Em seguida, Upemecano fez falta em Wesley para evitar o empate e foi corretamente expulso com auxílio do VAR.

O misto quente brasileiro teria muito tempo para jogar 11 contra 10.

Aos 15 Carlo Ancelotti chamou João Pedro para tornar ainda mais incômoda a situação da defesa francesa e Martinelli saiu.

Mas o talento francês se impôs de novo, em contra-ataque perfeito, toque de bola encantador e Ekitiké fez 2 a 0, em outra cavada, ao receber de Oliveira, aos 19.

Com um a menos, qualidade superior, a França se impunha e ainda se dava ao luxo de sacar Mbappé e Ekitikê, para Thuram e Doué jogares.

E olhe que já havia tirado Dembélé para Lacroix entrar, assim como, com a expulsão, posto o tratorzinho Kanté no lugar de Tchouaméni.

É muito craque para um time só.

Igor Thiago, Ibañez e Danilo entraram e Matheus Cunha, Wesley e Andrey Santos saíram, aos 25.

Não dá para comparar.

Enfim, no peito e na raça, Bremer diminuiu, em cobrança de falta por Danilo que Casemiro recebeu na segunda trave para Luiz Henrique tocar e o zagueiro concluir, aos 33: 1 a 2.

É possível que Didier Deschamps tenha se arrependido de tantas trocas e o Brasil ameaçava empatar.

Gabriel Sara, o jovem revelado pelo São Paulo, substituiu o veterano Casemiro, também revelado pelo São Paulo, aos 40.

Mais de 66 mil torcedores, maioria verde-amarela, viam bom jogo em Boston.

Esperar mais dos brasileiros, dadas as circunstâncias, seria descabido. E reconhecer a superioridade francesa é o que nos resta.

No time azul, o nosso, Luiz Henrique brilhou. Decepção mesmo só com Vini que bem poderia ter dado lugar a Endrick.

Vini ainda perdeu o empate no penúltimo minuto, em passe de Bremer.

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

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