Como uma pitanga solitária na rua e penso: vamos plantar comida na avenida
Anos atrás, passeando a pé por Nova York, deparei com um frondoso canteiro na calçada. Olhando bem, percebi que ele era formado por belos tufos de couves-de-bruxelas. Caramba, uma horta linda em plena avenida!
Mas não era bem uma horta. Era apenas decorativa, pois poderia estar temperada por urina de cães ou outros bichos minúsculos que zanzam pelo ar. Mesmo assim, naquele momento fiz uma viagem no tempo — e no espaço — até Copenhague, onde há mais tempo ainda estive num evento (o MAD Food Camp, organizado pelo restaurante Noma) onde assisti a uma palestra interessante.
Era sobre hortas urbanas. E, com a projeção de imagens aéreas, o especialista mostrava que, na mesma Nova York onde eu passeava, se o espaço livre (tetos de edifícios, praças, canteiros públicos, jardins) fossem usados para plantar comida... a cidade toda estaria abastecida, só com a produção local!
Josias de Souza
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É claro que o mesmo poderia valer para São Paulo e outras metrópoles. Ainda mais para cidades menores.........
