O alerta do ladrão no Waze é um atestado de que São Paulo falhou
O alerta do ladrão no Waze é um atestado de que São Paulo falhou
Na semana passada, uma amiga compartilhou um Stories clássico para qualquer pessoa que vive em São Paulo: ela tirou uma foto da central multimídia do carro, parada no trânsito.O Waze mostrava o congestionamento até a casa dela: um mero caminho de menos de 2 km com mais de 40 minutos de espera.Mas o que me chamou a atenção, além das linhas vermelhas do trânsito e dos alertas de sempre, eram dois ícones de um homem de toca e óculos escuros no mapa.
Não era uma atualização de buracos na pista.Não era uma obra.Era um alerta de que ali é uma região de assalto.Pois é: o app que nasceu para resolver o trânsito agora mapeia o crime.Bem-vindo ao novo normal de São Paulo.
Criado em Israel há 20 anos, o Waze nasceu de uma ideia simples: e se os próprios motoristas alimentassem o mapa em tempo real?O conceito era revolucionário. Em vez de depender de dados estáticos, o Waze transformou cada usuário em um sensor vivo da cidade.Em 2013, o Google comprou a empresa por US$ 1,3 bilhão.
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