Os prisioneiros da MPB
Doutor em história, é autor de 'Cowboys do Asfalto: Música Sertaneja e Modernização Brasileira' e 'Simonal: Quem Não Tem Swing Morre com a Boca Cheia de Formiga'
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Assassinos notórios se escoram em argumentos de autorização prévia defendidos pelos idolos da MPB
Em fins de dezembro uma boa proposta de lei saiu do forno no Congresso. Alguns deputados se indignaram ao tomar conhecimento de que assassinos notórios do mundo criminal brasileiro estavam ganhando dinheiro por meio de filmes e séries biográficos.
O texto aprovado é um substitutivo da relatora, deputada Bia Kicis (PL-DF), ao PL 5.912/23, do deputado Altineu Côrtes (PL-RJ). A proposta original, que visava alterar o Código Penal, agora prevê alteração no direito autoral.
O que ninguém se lembrou de perguntar foi o posicionamento dos ídolos da MPB acerca dessa questão. Mas o que um teria a ver com o outro?
Do início dos anos 2000 até 2015 houve uma grande batalha no mercado editorial brasileiro. Biógrafos e biografados, editoras e parentes de artistas disputaram os limites das biografias.
Em 2013, artistas da MPB criaram o infame grupo Procure Saber. Capitaneados por Roberto Carlos, músicos do quilate de Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Erasmo Carlos, Gilberto Gil e........
