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Wagner Moura, 'The Studio' e o coquetel Hollywood

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28.01.2026

Coluna é assinada pelo jornalista e tradutor Daniel de Mesquita Benevides

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A intenção talvez tenha sido boa, mas o resultado foi quase ofensivo. Pois o coquetel Wagner Moura-tini traz ingredientes que nada têm a ver com o ator, "O Agente Secreto" ou o Brasil. Feita por ocasião da premiação do New York Film Critics Circle, a mistura teve dois minutos de fama. Traz vodca, purê de lichia e limão siciliano.

Estranho não terem pensado em cachaça. Ficaria muito melhor com a pernambucana e popular Pitú, que é bastante exportada, ou com uma aguardente baiana, da terra de Moura, como a orgânica Serra das Almas (nome também de um filme de Lírio Ferreira, diretor recifense como Kleber Mendonça Filho).

Sempre um gentleman, Moura curtiu. Mas ficou decepcionado ao tentar comemorar os prêmios no Globo de Ouro com uma caipirinha decente. Acabou indo de vodca e água com gás, o que é muito sem graça.........

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