Inteligência artificial está no centro do ataque dos EUA e Israel ao Irã
Inteligência artificial está no centro do ataque dos EUA e Israel ao Irã
Relatório da Agência Internacional de Energia Atômica gerado por IA, chatbot banido operando em campo e uma empresa de inteligência artificial desafiando o Pentágono. O ataque norte-americano e israelense ao Irã, em fevereiro de 2026, expôs pela primeira vez a extensão do papel de sistemas algorítmicos em decisões militares de grande escala.
Nos dias seguintes ao ataque coordenado por Estados Unidos e Israel ao Irã, foi exposto o uso de sistemas de inteligência artificial na construção do argumento político que justificou o ataque e no planejamento militar que o executou.
Nenhuma fonte oficial norte-americana ou israelense confirmou publicamente. O que existe são relatos baseados em fontes anônimas, os comunicados públicos da empresa de IA Anthropic, dona do Claude, e o rompimento do governo dos Estados Unidos com a empresa.
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Nos dias 26 e 27 de fevereiro, a empresa norte-americana publicou duas declarações detalhando um impasse com o Departamento de Defesa dos EUA sobre os limites do uso de seu modelo de linguagem, o Claude, em operações militares.
O argumento oficial apresentado pelos governos norte-americano e israelense para justificar a operação foi um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) concluindo que o Irã estaria próximo de produzir uma bomba atômica. Relatos posteriores afirmaram que esse documento teria sido em grande parte construído ou orientado por sistemas de inteligência artificial.
O sistema citado é o Mosaic, da Palantir, uma plataforma que cruza dados como imagens de satélite, comunicações e consumo de energia para identificar padrões e gerar projeções com aprendizado de máquina, já usada em operações militares.
Ao integrar........
