Flávio Bolsonaro provocou, e o lulismo mordeu a isca
Flávio Bolsonaro provocou, e o lulismo mordeu a isca
Flávio Bolsonaro subiu ao palco da CPAC em Dallas, no sábado (28), e fez o lançamento de fato da sua candidatura à Presidência, dando o tom do que deve ser o pilar do seu discurso. O PT mordeu a isca.
Nos 15 minutos de discurso, não se ouviu uma única proposta de governo. Nenhuma menção a reforma tributária, meta fiscal, inflação, saúde ou educação.
Tudo pode ser resumido em: "quem é Lula" e "eu não sou ele".
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É uma campanha "identitária", na verdadeira acepção do termo. Identitária e tribal, operando pela construção de duas identidades opostas e irreconciliáveis, que pede ao eleitor que escolha a qual turma pertence.
Identidades políticas não são naturais. São construções. Toda identidade de grupo se forma pela exclusão de um "outro" e pelo traçado de uma fronteira. Essa lógica simplifica a realidade e, não por acaso, é a mais antiga e eficaz forma de campanha política que existe.
O gatilho de persuasão mais poderoso é o pertencimento. Quando alguém se identifica como parte de um grupo, passa a processar as mensagens desse grupo por atalhos mentais. A........
