Um Conselho de Estado de Lisboa (com apontamentos periféricos)
Os números são simples: sete membros com base em Lisboa, dois com ligação ao Porto e um oriundo dos Açores. Mais do que uma curiosidade estatística, esta distribuição revela como o poder político e institucional em Portugal continua concentrado num único ponto do território.
Não vale a pena dividir responsabilidades formais entre quem nomeia e quem elege. O resultado é o mesmo e é isso que importa. Em ambos os casos havia margem para escolhas diferentes. Em ambos os casos poderiam ter sido designadas figuras com percursos, experiências e bases territoriais mais diversas. Não foi isso que........
