Para que serve a RTP África?
No passado domingo, dia 27 de setembro, liguei a televisão à procura de São Tomé e Príncipe e não encontrei São Tomé e Príncipe. Votava-se no arquipélago. Cerca de 146 mil eleitores chamados a escolher os 55 deputados da Assembleia Nacional, as autarquias e o governo regional do Príncipe, tudo no mesmo dia. Uma missão de observação eleitoral da União Europeia no terreno, chefiada por um eurodeputado português. Uma delegação do Parlamento Europeu, novidade nestas eleições, com duas portuguesas conhecidas de todos nós. E, já agora, milhares de santomenses a votar em Portugal, alguns deles na Casa da Cultura de Sacavém. Na RTP África, no ecrã, a programação seguia o seu caminho habitual.
Para ser justo, é verdade que a rádio da RTP África fez o seu trabalho. Teve correspondente em São Tomé a reportar ao longo do dia, teve uma jornalista a acompanhar a votação da diáspora em Sacavém, publicou peças à medida que as urnas iam funcionando. Houve profissionais no terreno, houve horas de trabalho,........
