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O futuro é das equipas que decidem sem pedir licença

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17.03.2026

Por Gabriele Rachello (*)

Durante anos, a tecnologia foi tratada como o grande fator de diferenciação. Quem tinha melhores sistemas e mais capacidade de investimento partia à frente. Em 2026, isso já não chega. Inteligência Artificial (IA), automação, nuvem e dados tornaram-se capacidades transversais, cada vez mais acessíveis, mais maduras e menos exclusivas. A tecnologia continua essencial, mas deixou de distinguir, por si, as organizações.

A diferença surge hoje noutro lugar. Está na velocidade com que uma empresa transforma informação em decisão e decisão em execução consistente. Nesse intervalo, cada vez mais curto, nasce a vantagem competitiva.

A mudança é estrutural. Os sistemas já não servem apenas para suportar o negócio, mas sim passaram a fazer parte do próprio mecanismo operacional. Até porque, quando dados, modelos e processos não estão........

© Sapo