Não da UGT e talvez do Chega
De nada valeu o apelo da Ministra do Trabalho para a UGT apresentar uma posição clara e construtiva, dando um prazo de 15 dias após o segundo “não” da central ao pacote laboral, num último esforço para negociar a revisão do Código do Trabalho. O estender de mão da CIP à UGT, cedendo nas linhas vermelhas da central sindical, também se revelou uma tentativa inglória (e inconsequente) para permitir um acordo sobre leis laborais que caiu definitivamente por terra nesta quinta-feira na reunião da Concertação Social. Governo e parceiros sociais encerram agora o tema, ao fim de 10 meses de negociações, braços de ferro e coreografias. Um longo processo, com ziguezagues de posicionamento, onde a UGT deu sinais de falsa vontade de chegar a acordo.
Em contraste, a CGTP foi mais coerente ao dizer desde a primeira hora que não queria este pacote........
