Na América do Sul, as eleições são sempre complicadas
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Quem se preocupa com o que se passa no subcontinente – aparentemente só eles próprios e os Estados Unidos – o que não faltam são situações complicadas.
A Venezuela vive presentemente num estatuto político original e difícil de definir; o Presidente está preso em Washington, a vice-Presidente faz o que os norte-americanos disserem e o regime chavista continua oficialmente no poder, embora não tenha poder algum.
Cuba mantém o seu regime comunista intacto, mas tem carências insuportáveis (inclusive água, eletricidade e material médico) e os norte-americanos estão a exercer uma pressão máxima para que o regime mude, mas não se atrevem a invadir (especialmente depois do fiasco do Irão).
Estes dois países não têm eleições; mas naqueles que têm, Bolívia, Colômbia e Peru, as eleições não resolvem nada, porque os candidatos não parecem dispostos a perder.
Na Colômbia, a eleição não deu resultados nítidos e será repetida no dia 21 deste mês. Há um candidato de direita radical, Abelardo de la Espriella, admirador de Trump, e outro da........
