Liderada por bolsonaristas, CPMI do INSS deve acabar em pizza após blindagem de Zettel, Valadão e Lagoinha
CPMI do INSS realiza nesta quinta-feira (26) sessão que deve ser a última; STF analisa decisão de Mendonça que prorrogou trabalhos por 120 dias.
Presidente Carlos Viana (Podemos-MG) e relator Alfredo Gaspar são aliados do clã Bolsonaro e são accusedos de blindar Fabiano Zettel e André Valadão, líderes da Igreja Lagoinha.
Deputados pedem afastamento de Viana por suas ligações com Zettel, André Valadão e Nikolas Ferreira, além de emendas de R$ 3,6 milhões à Lagoinha.
Após STF derrubar a decisão de Mendonça, Gaspar terá até sábado (28) para apresentar relatório final considerado "esvaziado", encerrando a comissão.
Presidida por Carlos Viana (Podemos-MG) e relatada por Alfredo Gaspar, que se filiou e assumiu o comando do PL, de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em Alagoas nesta quarta-feira (25), a CPMI do INSS realiza nesta quinta-feira (26) aquela que, muito provavelmente, será sua última sessão nesta quinta-feira (26), quando está marcado a análise, pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), da decisão monocrática de André Mendonça, que acatou o pedido dos bolsonaristas para prorrogar os trabalhos por mais 120 dias.
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Segundo apuração da Fórum, o Supremo deve derrubar a decisão de Mendonça, acusado de ingerência no legislativo pelo presidente do Senado Davi Alcolumbre por atender o pedido de Viana e Gaspar para prorrogar os trabalhos da comissão.
O objetivo é usar a presidência do senador mineiro, aliado do clã Bolsonaro, para seguir blindando aliados da ultradireita, obter acesso a dados – vazados seletivamente para a mídia liberal – e fortalecer a narrativa para ligar o caso Master a Lula.
Desde novembro, Viana se recusa em colocar em votação as convocações de Fabiano Zettel e André Valadão, além da quebra de sigilo do Clava Forte Bank, instituição ligada à Igreja Lagoinha.
“O problema é........
