Um títere de Trump no Planalto não hesitaria em tirar o Brasil da OMS
Donald Trump retirou os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS) alegando má gestão da pandemia, dependência da China e altos custos.
Javier Milei, presidente da Argentina, também manifestou intenção de deixar a OMS para alinhar-se a Trump.
Analistas e a mídia brasileira especulam que Flávio Bolsonaro, caso seja eleito presidente, poderia anunciar a saída do Brasil da OMS.
O debate ocorre no contexto da extrema‑direita que questiona o papel de organismos internacionais no Brasil e na América do Sul.
Não enxergar – ou repudiar – o papel de organismos internacionais é uma das marcas da extrema-direita liderada por Donald Trump e representada na América do Sul por Javier Milei. Para sorte nacional, Flávio Bolsonaro não será eleito presidente do Brasil e estaremos livres de surtos anticiência no Palácio do Planalto. Ou alguém duvida de que o primogênito de Jair imitaria seus dois tiranetes-modelo e retiraria o país da Organização Mundial da Saúde, uma vez alçado à Presidência?
Chafurdar da lama do negacionismo é inerente a essa gente. Os argumentos formais adotados por Trump para retirar os Estados Unidos da OMS concentraram-se em alegações de má gestão na pandemia de Covid-19, falta de independência política em relação à China e custos financeiros altos demais para os........
