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Flávio Bolsonaro, um homúnculo rumo à cadeia

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26.10.2026

Político vil, sem espinha dorsal, ligado desde tenra idade à ala podre da polícia carioca, Flávio Bolsonaro honrou o golpismo paterno ao perder a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva. Chegou ao segundo turno da disputa por uma conjunção de fatores, sendo os principais deles a bactéria neofascista que corrói democracias pelo mundo, o analfabetismo político de metade do Brasil e a incapacidade da mídia de tratá-lo como risco real à democracia.

Tivessem bom gosto musical – mas preferem aqueles insuportáveis sertanejos -, seus eleitores poderiam entoar neste momento a resignada canção de Cartola, Carlos Cachaça e Zé da Zilda intitulada “Não quero mais amar a ninguém”, a qual descreve a frustração como “beijo que nasceu e morreu sem se chegar a dar”. A arte é franqueável até mesmo aos insensíveis.

A estatura moral de Flávio Bolsonaro é de rodapé. Ao afirmar, cinicamente, que não reconhece a derrota eleitoral, dá partida a uma nova rodada de narrativas golpistas bem ao gosto da família. Está no DNA. Claro, há um Donald Trump ao norte a lhe fornecer ombros para chorar, mas nada causará além de chateação. Um Trump que, depois das eleições parlamentares americanas de novembro, verá seu poder virar pó.

O senador que mentiu........

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