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A falácia do antissemitismo seletivo e o PL 1424/2026

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31.03.2026

Deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou o PL 1424/2026, que tipifica crimes de antissemitismo no Brasil.

O projeto adota a definição de antissemitismo da IHRA, organismo criticado por ampliar o conceito para proteger Israel.

A FEPAL, entidade que representa a comunidade palestina no Brasil, classifica a proposta como "PL da Mordaça Sionista" e critica a influência estrangeira.

O Conselho Nacional de Direitos Humanos já declarou a definição IHRA incompatível com a Constituição brasileira.

Apresentado pela deputada Tábata Amaral (PSB-SP), o PL 1424/2026 viola a soberania do país, impõe censura e sinaliza, de modo escancarado, com um viés islamofóbico. A FEPAL (Federação Árabe Palestina), entidade que representa os interesses e a luta palestina no Brasil, denomina a iniciativa da deputada de “PL da Mordaça Sionista”. “Tecnicamente falsa, geneticamente mentirosa, historicamente falsa, a proposta de Tábata Amaral ameaça mortalmente a liberdade de expressão em nosso país. A Lei 7.716/1989 já pune ódio real sem importar dogmas estrangeiros”, diz a nota da entidade.

A FEPAL acusa a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) de atuar como estafeta do sionismo nesse episódio. “Ela protocolou o projeto a mando de Israel”, alerta Valid Rabah,........

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