Já somos 11,5 milhões. Já fomos
Há quem diga que o melhor é uma boa conversa. Outros afirmam ser mais eficaz uns bons copos. Mas depois de que vimos ontem, creio ter ficado claro que nada melhor do que um bom Uzbequistão para reconciliar (quase) todo um país com o seu melhor futebolista de sempre. É verdade que o Cristiano ainda “só” marcou dois golos, estando longe dos 5 que o Messi já tem, mas nesta disputa é possível que o Messi seja a lebre e o Cristiano a tartaruga. Também porque confio que o Ronaldo venha lá de trás, lançado, e ultrapasse o argentino, mas mais por já ter provado ter uma casca muito grossa para aturar todo a sorte de críticas palermas.
Quanto ao Uzbequistão, é aproveitarmos agora para fazer pouco, tipo o Borat com o vizinho Cazaquistão. Que, ao ritmo de crescimento que a coisa leva, este país asiático quatro vezes maior e quatro vezes mais populoso que Portugal vai precisar de meros 25 aninhos para, também ele, nos ultrapassar em termos de riqueza. E uma vez que a fase de grupos do Mundial não nos obriga a fazer grandes contas, se calhar podíamos focar-nos nestas.
Quem também andou a fazer contas foi o Instituto Nacional de Estatística. O INE fez umas contas de somar e descobriu que a população portuguesa se multiplicou até aos 11,5 milhões. É verdade, a realidade voltou a teimar em contradizer António Costa: desde 2021, sempre entrou mais um ou outro imigrante, que é como........
