Energia cara: a Europa pede contenção, Portugal pode liderar
A nova crise energética europeia já começou e, mais uma vez, Bruxelas responde a pedir contenção quando o que a economia precisa é de ambição.
A escalada no Médio Oriente reacendeu o fantasma energético, e a resposta europeia segue um guião conhecido: recomendações, incentivos à poupança, medidas de alívio. O diagnóstico está certo: preços a subir, inflação a pressionar, crescimento em risco. A resposta continua curta.
E o problema não é técnico. É estratégico.
Para as empresas, a energia não é um debate político. É uma variável crítica que decide margens, investimento e sobrevivência. Quando o preço oscila, não se ajusta apenas o consumo, ajusta-se a ambição, adiam-se projetos, travam-se decisões, encurta-se o horizonte e nenhuma........
