menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Quiero a mi gente como canta Abelardo Carbonó

24 0
28.06.2026

Um Portugal-Colômbia nunca jogado, emoção inédita para mim, pelo cruzamento com o país que mais me ofereceu ídolos rebeldes, faróis luminosos do jogo, que me fez escrever um livro, pelo realismo mágico que não abdica da arte e da identidade, de uma forma de existir, raiar ou resvalar. Para perigo, caos ou tragédia, mas também vendo sempre a mais fiel coragem, a indiferença a julgamentos ditos superiores, não se curvando a tendências mais europeias, ditaduras táticas que procuram preconizar o certo ou definir o errado, ou moldar comportamentos que são a essência de um povo. A Colômbia nunca foi permeável, sempre foi maior que qualquer tela ou esboço recreativo, gritando a sua intimidade inimitável, o seu folclore irresistível, não se deixando definir por outros, preservando a grandeza dos seus,........

© O Jogo