‘Trust or No Trust’? Eis a questão
O capital é hoje global, móvel e estruturalmente sofisticado, mas mecanismos de gestão de património como os trusts ainda provocam desconforto, ou não são admitidos, em sistemas jurídicos continentais, como o português.
O trust permite o que a tradição romano-germânica rejeita: a separação entre titularidade, controlo e benefício patrimonial.
O trust é uma figura de matriz anglo-saxónica que permite organizar património, sucessão e proteção intergeracional, através de estruturas flexíveis, assentes na autonomia privada e na confiança. Family offices, patrimónios internacionais e grandes estruturas de investimento recorrem frequentemente aos trusts.
Portugal permanece distante da figura.........
