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A competição tecnológica China-EUA

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01.07.2026

A China avança, a passos largos, por este caminho da competição tecnológica. Até onde?

Múltiplos cenários dizem-nos que, a prazo, a China sairá vencedora. Aliás, é tema quase assente que o Ocidente, sob a batuta dos EUA, está em perda progressiva de poder no Mundo. Há até quem (especialistas altamente qualificados e de elevado prestígio) aponte datas para o país, líder do Ocidente, deixar de o ser (2035), transformando-se, num país banal, cujo sinal forte seria o dólar passar a ter um peso correspondente à dimensão da economia americana.  Muitos desses especialistas dizem que o barco já se move em águas do século da Ásia.  Tudo dito e alicerçado em estudos de grandes bancos e companhias de seguros desse mesmo Ocidente.

Para bem da Humanidade, seria bom que se pudesse dizer que, desta competição, o Mundo seria o vencedor. Os resultados seriam mais bem repartidos e chegariam com maior rapidez às pessoas. Mas, nada disso passa ainda de uma utopia! A estruturação política e económica existente, as estruturas de poder ainda dominantes, decorrentes de Bretton Woods (FMI, Banco Mundial, …), criadas pelo Ocidente, que tudo faz para as preservar, não o permitem.

Nem sei, se tão cedo teremos, como desafio, um outro tipo de competição de finalidades mais humanas!

O Sul Global, com os BRICS à cabeça, apesar das múltiplas contradições que enfrentam entre si e dentro de si, vão a passo e passo construindo e colocando degraus na escada do poder, para um poder novo, certamente, estruturado, de forma bem diverso e melhor repartido, em termos de interesses, na base de polos mundiais que se articularão, de maneiras bem diferentes, das que, hoje, vigoram.

Em que pé se encontra este combate competitivo? 

Neste artigo de opinião, procurar-se-á uma ideia geral sobre esta problemática, aproveitando a última........

© Jornal Económico