Viva la revolución!
As 53 reuniões entre o Governo, a UGT e os patrões para mudar a lei do trabalho são uma anedota embrulhada numa tragédia nacional pintada em tons de farsa. Tanta conversa, tanta informação martelada e, um ano depois, continua tudo na mesma. Será o Parlamento a decidir a cena dos próximos capítulos, o que na verdade talvez até seja mais democrático – mais representativo do país –, embora ainda tenhamos de suportar mais algum teatro sindical até a Assembleia da República agarrar no volante. A sindicalização anda mesmo pelas ruas da amargura, a UGT representa formalmente menos de 3% dos trabalhadores, o que não só a inferioriza nas negociações como também ajuda a explicar o seu total afastamento da........
