Prefiro a escolha
Angustiado pelo actual estado de guerra política nacional, que destrói edifícios lógicos e de bom-senso com bombardeamentos de sentimentalismos bacocos e subjectividades mal-amanhadas, pondo em risco a sanidade de quem mantém o discernimento racional, tenho andado a pensar. É um risco, eu sei, e um terrível pecado no panorama sociológico português, mas é um desporto que teimo em praticar, mesmo não sendo um atleta de topo.
Em que tenho estado a pensar? Na teimosia doutrinária com que gente com visibilidade mediática, recusando a lógica e a razoabilidade, rosna e se esganiça ao falar da reforma do Código do Trabalho.
A minha primeira questão com o famigerado Código é a sua existência. É uma intromissão na relação entre indivíduos, colectivizando-os: ou seja, apagando-lhes a individualidade, aguando-lhes o mérito e, no fundo, tirando a responsabilidade a........
