Do manual ao escalável: duas lições da Iugu para aplicar em qualquer negócio
Este artigo é sobre a fintech Iugu, mas, no fundo, poderia ser sobre qualquer empresa — inclusive a sua. Quer entender o porquê? Então, me acompanhe até o final.
Antes de mergulharmos nas lições práticas, vale um rápido contexto.
A Iugu é uma plataforma B2B de automação financeira e infraestrutura de pagamentos que, na prática, oferece a tecnologia necessária para que outras empresas consigam cobrar seus clientes, gerenciar assinaturas, emitir notas fiscais, processar pagamentos via PIX ou cartão de crédito e conciliar recebimentos. Tudo isso de forma integrada.
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Ela atua como uma espécie de “motor invisível” que faz a economia digital rodar. Quando você assina um serviço online, faz uma compra em um aplicativo ou paga a mensalidade de um software (e tudo funciona de forma rápida e segura), muitas vezes, é a infraestrutura dela que está operando nos bastidores para garantir que o dinheiro vá do ponto A ao ponto B.Atualmente, a companhia possui uma base com mais de 150 mil clientes ativos e um time com mais ou menos 200 colaboradores. Mas são os números financeiros que realmente impressionam.Apenas em 2024, a plataforma processou 1,5 bilhão de operações, movimentando mais de R$ 81 bilhões e gerando uma receita líquida de R$ 327,3 milhões.
Fundada em 2012 por Patrick Negri – que hoje ocupa uma cadeira no conselho -, a Iugu começou focada em startups e pequenas operações de e-commerce. Nesse caminho, tornou-se a primeira empresa do Brasil........
