Por que me tornei professor da Link School of Business: uma das faculdades mais disruptivas (e caras) do país
Quando entrei na faculdade de jornalismo, em 2007, lembro que um professor do primeiro semestre foi categórico ao dizer em alto e bom tom para a turma: “se alguém aqui decidiu fazer este curso pensando em ser dono do próprio negócio, é melhor desistir agora. Porque todo jornalista sempre irá trabalhar para os outros.”Aos 17 anos, a gente mal sabe o que quer da vida, mas aquela fala cravou uma limitação precoce.
Não que eu cogitasse abrir um CNPJ na época. Porém, ouvir uma autoridade acadêmica reduzir as possibilidades de empreender a zero deixou uma marca amarga.
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Acontece que, em 2012, dois anos após me formar, e contrariando a opinião daquele professor, comecei a conciliar a carreira de produtor em uma grande emissora de TV com a gestão da minha primeira empresa. E sabe o que eu descobri?Que todo bom jornalista também é um vendedor nato, do tipo que convence todas as pessoas a darem entrevistas nos momentos mais frágeis, críticos e polêmicos de suas vidas… Ou do tipo que move céus e mundos para conseguir emplacar matérias exclusivas das empresas que assessora.E como a habilidade de vender é a base primária de qualquer negócio rentável (guardo o aprofundamento dessa reflexão para outro artigo), quem ousa dizer que um comunicólogo também não pode ser um empreendedor de sucesso?Corta a cena.Hoje, 03 de agosto de 2026, comecei a dar aulas na Link School of Business – a primeira faculdade do Brasil (e uma das poucas do mundo) a criar um curso de graduação em administração feito sob medida para quem deseja........
