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O branding precisa de um rebrand

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O modelo tradicional de branding ficou pequeno para a complexidade que as marcas passaram a ocupar.

Durante muito tempo, construir marca significava organizar uma ideia: definir posicionamento, propósito, personalidade, tom de voz, identidade visual, manifesto, arquitetura, guidelines. Tudo muito necessário. Tudo útil. Tudo cada vez mais insuficiente.

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Marca hoje é definida pela forma como a empresa opera. Ela aparece no tempo de resposta do atendimento, na fricção do aplicativo, no jeito como a liderança toma decisões, no preço que o cliente aceita pagar, no discurso do vendedor, na experiência do colaborador, no algoritmo que recomenda, na comunidade que defende, no creator que interpreta, no erro público que viraliza e na capacidade da empresa de mudar sem perder sentido.

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A marca ficou maior do que o modelo que boa parte da indústria ainda usa para administrá-la. A indústria que ensinou empresas a se reinventarem agora precisa atualizar a si mesma.

O cliente quer outra coisa

O branding tradicional nasceu, em grande parte, para revelar uma essência, criar clareza e consistência. Em um mundo de canais controláveis, jornadas previsíveis e organizações menos expostas, fazia sentido imaginar a marca como um sistema de identidade: uma ideia central, bem traduzida, bem aplicada, bem protegida.

Hoje, empresas operam com quase tudo em movimento ao mesmo tempo: tecnologia, cultura, trabalho, consumo, canais, confiança, concorrência, repertório, linguagem, expectativas de experiência e pressão por resultado. O cliente encontra a marca no........

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