Império do Roubo: lamentação sobre um país saqueado
1. Palavra do Senhor que veio ao cronista, nos dias em que a justiça se tornou amargura e a verdade tropeçou nas esquinas de Brasília. Olhai para as nações e vede! Pois um abismo chama outro abismo ao som das festas dos ímpios.
2. Assim diz o Senhor: “Eis que levantei um mercador de ilusões, que se assentou sobre montes de prata roubada. Ele estendeu sua rede sobre o povo e disse: ‘Sou intocável, pois habito o átrio dos poderosos e as chaves do Reino estão no meu bolso’”.
3. Ó nação que se deixa espoliar! O teu sistema tornou-se um covil de salteadores, onde o roubo é o alicerce e a iniquidade é o altar. Não há mais balança justa; o peso é falso e o lucro é fruto da perversão. Eles devoram as casas das viúvas enquanto brindam em palácios de Roma, achando que o Senhor não vê.
4. Eis que este país não é governado, este país é saqueado.
Os que vestem a toga e os que ostentam o cetro sentaram-se à mesa do roubo, entre o perfume das jovens do Leste e o tilintar das moedas manchadas. Ali, no segredo da mansão, as leis eram rasgadas e os destinos da nação eram decididos entre um cálice de vinho e um riso de escárnio
Os que vestem a toga e os que ostentam o cetro sentaram-se à mesa do roubo, entre o perfume das jovens do Leste e o tilintar das moedas manchadas. Ali, no segredo da mansão, as leis eram rasgadas e os destinos da nação eram decididos entre um cálice de vinho e um riso de........
