A soberba esquerdista do boleiro Raí
O boleiro Raí pode ter sido um craque no futebol. Como são-paulino, serei eternamente grato a ele pelos títulos que ajudou o grande Tricolor Paulista a conquistar, em especial seu primeiro mundial, em 1992, num jogo realizado em Tóquio contra o Barcelona, no qual marcou os gols que deram a vitória ao São Paulo por 2 a 1. Mas, fora dos gramados, ele pisa na bola.
A última do Raí foi agora no carnaval, quando se preparava para desfilar no carro alegórico da escola Acadêmicos do Tatuapé, em São Paulo, na madrugada de sábado, cujo enredo “homenageava” o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), o campeão de invasões de terras públicas e privadas, apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo PT e por seus aliados.
Como Raí, muitos esquerdistas julgam deter o monopólio da virtude e estar acima do bem e do mal, ao mesmo tempo em que enxergam seus adversários políticos como uma horda de bárbaros insensíveis às 'boas causas' e aos dramas da humanidade
Como Raí, muitos esquerdistas julgam deter o monopólio da virtude e estar acima do bem e do mal, ao mesmo tempo em que enxergam seus adversários políticos como uma horda de bárbaros insensíveis às 'boas causas' e aos dramas da humanidade
Numa entrevista que deu pouco antes de entrar no sambódromo paulistano, Raí reafirmou seu apoio ao movimento e expressou sua admiração pela........
