Ano novo, prisão nova: Moraes abusa nas primeiras horas de 2026
Nas primeiras horas de 2026, para não perder o costume, Alexandre de Moraes protagonizou mais um episódio de arbítrio escandaloso. Filipe Martins foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF) por ordem do ministro, retirado de casa e jogado em um presídio com base em um argumento que, além de frágil, é juridicamente absurdo. A prisão não decorre de qualquer novo fato relevante, mas de um pretexto cuidadosamente construído para justificar uma decisão que parece já estar pronta há muito tempo.
O pano de fundo é simples. Moraes havia imposto a Filipe Martins a proibição de uso de redes sociais, uma medida cautelar que já nasce ilegal por si só, ao promover censura prévia, algo proibido pela Constituição. No apagar das luzes de 2025, a defesa foi intimada a explicar um suposto uso do LinkedIn para efetuar pesquisas e respondeu de forma clara: o acesso foi feito pelos advogados, de maneira privada, exclusivamente para coletar provas para o exercício da ampla defesa. O próprio Filipe não teria nem o login nem a senha da conta, justamente para evitar qualquer descumprimento da ordem judicial.
A prisão de Filipe Martins não decorre de qualquer novo fato relevante, mas de um pretexto cuidadosamente construído para justificar uma decisão que parece já estar pronta há muito tempo
Não houve........





















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