O festival de incoerências do Supremo no julgamento da CPMI do INSS
Correria na CPMI do INSS, que investiga como 6,5 milhões de idosos foram roubados em R$ 6 bilhões por uma quadrilha para a qual prisão seria pouco. Pena que a correria ocorre porque tudo indica que a CPMI não será prorrogada. A maioria dos ministros do Supremo decidiu que o STF não pode impor uma prorrogação, que isso só pode ser feito se a maioria aprovar. E, como o que mais tem é gente querendo esconder e proteger (os governistas, por exemplo, querem proteger o Lulinha; outros que devem ter levado algo também querem esconder), a ordem é abafar tudo, contrariando o que diz a Constituição, que exige moralidade e publicidade no serviço público. Se o serviço é público, tem de ser público. E o público – você, eu, todo mundo – tem de ficar sabendo o que estão fazendo com o dinheiro dos nossos impostos.
Eu assisti à votação, cheia de ironias interessantes nos votos contrários a essa prorrogação. Os ministros dizem que os poderes são independentes, e que por isso eles........
