Nem histeria, nem excesso, apenas violência
Na semana passada saí com uma amiga inteligente e informada, que me disse não gostar do movimento feminista pois, segundo ela, os homens estariam à mercê de mulheres aproveitadoras, para as quais, tudo é violento. Não resta dúvida que há um feminismo estereotipado e barulhento, no entanto, a recusa a esse estereótipo não pode servir como álibi para ignorar a violência cotidiana que estrutura a experiência feminina. Os noticiários nos mostram que as mulheres são expostas às mais variadas formas de abuso: morte, estupro, abraços excessivamente apertados, apalpadelas em lugares “estratégicos” do corpo, que acontecem de uma forma tão sútil, que as vezes fica impossível deter o assediador.
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Para aqueles que, como minha amiga, ainda acreditam que o movimento feminista tem como finalidade punir homens bem-comportados, o programa Big Brother Brasil da semana passada foi uma pequena mostra do que vive as mulheres no país. Um participante - dito cidadão de bem e casado – apertou o botão de........© Estado de Minas
