menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Vitórias ou derrotas não podem durar mais que 24 horas

15 0
29.04.2026

Se tem um reforço que encaixaria perfeitamente nos buracos da fechadura para destravar definitivamente o desempenho do escrete do comandante Artur Jorge para essa temporada, ele é o Goldinho.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

Baixinho, dentes tortos, cabeça redonda e grande e pele amarela – mesmo não sendo oriundo dos países orientais ou de povos indígenas. Goldinho nasceu em Pouso Alegre, no Sul de Minas, ao final da década de 1960, exatamente entre as primeiras conquistas do Brasileiro (Taça Brasil de 1966) e da Libertadores (1976) pelo Cruzeirão Campeão.

Nas fachadas por onde se pendura está sempre sorridente. Experiente e clássico, não faz o estilo “corte de cabelo” de jogador modinha. Ao contrário, Goldinho não abre mão do seu indefectível boné azul celeste na cabeça como único adereço.

Se a memória afetiva te remeteu as placas das bancadas........

© Estado de Minas