Gente comum, gente do bem neste Brasil racista
Ontem, escrevi aqui sobre encontro casual, durante o café da manhã, em um hotel em Vila Velha, com um professor aposentado. Falamos sobre pessoas boas. Hoje, quero falar um pouco de uma família muito bacana.
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Viajei a Vitória para celebrar o aniversário de 70 anos de uma amiga da época da adolescência, Dâmaris Doro, que depois de casada acrescentou o Lorenzoni – apesar de ter se divorciado, manteve o sobrenome.
Conhece alguém da família Doro? Acho que todos têm QI acima do normal, são aquelas pessoas chamadas de superdotadas. O melhor é que a maioria não se acha acima da média. Se alguém ali tem orgulho disso, sabe despistar bem.
Vou falar da minha amiga Dâmaris, que conheci na minha igreja, a Batista Central de Belo Horizonte. Ela é filha de militar, coronel Doro, homem rígido, bravo, e de dona Gabriela, mulher que era só carinho, amor e alegria. Esta família de pessoas........
