O país exige uma Cultura Preditiva
Em dia de Portugal ir a votos escolher o próximo Presidente da República e com meio país afogado em água, sempre à espera do pior, o mínimo que se pode esperar é que a resiliência seja a mãe de todas as vontades e que, com mais ou menos dificuldades, todos possamos cumprir o nosso dever e direito de nos deslocarmos às urnas. Importa, contudo, neste dia de tempestade, a que deram o nome de Marta, refletir porque continua a ser tão difícil agir num país que se tornou solidário na reação às catástrofes, continuando a ter dificuldades que, em tempo de alterações climáticas profundas, exigiria, uma atitude distinta: uma governação preditiva. Infelizmente, em Portugal, não existe uma adoção formal, explícita e integrada de um modelo de gestão de risco com aquelas características. Já não nos basta ter empresários avessos ao risco; temos um país governado,........
