“Prendas” em tempo de Reis
O próximo Presidente da República (PR) irá ser o 11.º em toda a minha existência. Dado ter conhecido 3 durante a ditadura e, se Deus quiser, saberei quem irá ser o 8.º, em 51anos de democracia, saído do ato eleitoral de 18 de janeiro de 2026. Não sabendo eu como teria sido se, alguma vez, ao país tivesse sido dada a chance de ser chefiado por um monarca. Algo impedido, linearmente, pela Constituição da República Portuguesa (CRP).
Com efeito, desta vez estamos perante uma espécie de “feira eleitoral” onde à dúzia parece sair mais barato, o que não é verdade, uma vez que é gasto imenso dinheiro para se ficar a saber qual irá ser o menos mau para exercer um cargo de grande projeção nacional e internacional. Ao contrário da opção impedida pela CRP que, para além de desonerar as finanças não só com o exercício, como com a eliminação da propaganda e escrutínios, nos pouparia ao triste espetáculo das palhaçadas que temos visto. Mas não só. A meu........
