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“Febre” de sexta à noite

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02.02.2026

 

 

Quando alguém tropeça numa pedra e cai por terra pode ter dois tipos de reação, olhar para ela com desprezo ou usá-la para fazer uma obra d’arte. Tudo depende da sensibilidade e talento de cada pessoa. E quantas vezes no caminhar da nossa vida nos deparamos, não com pedregulhos, mas com pessoas que achamos serem demasiado avessas às nossas ideias. Sem que lhe demos a oportunidade de mostrarem os seus talentos quando, mais tarde, se poderiam revelar diamantes acabados de lapidar. Analogia, esta, que tanto pode servir para os meandros da esfera social como da política do país, desde que se evite o preconceito de superioridade e atitude de rejeição.

Pois bem, deixando a filosofia de lado, vejo-me tentado a dizer que o ambiente gerado na Assembleia Municipal (AM), extraordinária, de 17 de janeiro, último, não teve “apedrejamentos” reais, mas de palavras. Não só pelas autênticas “pérolas de destrato” atiradas por um reputado membro da AM afeto ao PSD e ao executivo – que........

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