Ganhar ou perder o país, esta é a questão!
Neste momento, o país debate-se com duas linhas de acção e de desenvolvimento. Uma, acirrada, quer que fique tudo na mesma; a outra quer promover reformas para criar novas oportunidades, de forma a tornar o país mais competitivo, mais arrojado e mais produtivo.
1 - É tudo uma questão de sensatez e de inteligência. De sagacidade e de se olhar a realidade com responsabilidade. Só que a partidarite lusa tem destas coisas. Quando tudo apontava para se sair do atoleiro da estagnação e seguir em frente (com reformas), há sempre quem arranje imbróglios que não lembram sequer ao diabo para impedir as mudanças necessárias.
A democracia, o bombo de festa nestas ocasiões e com costas largas para justificar condutas e decisões dúbias, inconsistentes e mesmo retrógradas, não tem culpa nenhuma das tramóias que engendram. O imobilismo, típico da ala sinistra e “cheguista”, está........
