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Atrás dos Tempos, Outros Tempos Hão de Vir

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04.01.2026

Manuel Igreja

O ano da graça de dois mil e vinte seis, como se costuma dizer, ainda mal abre olhos, acabadinho de nascer, e já é para nos ver, tal como canta a canção que nos pode e deve embalar. Estamos todos contentes, mais não seja porque é um dos anos que teremos para viver, a correr bem, pois, como alguém disse: isto de se estar vivo ainda um dia vai acabar mal.

Viramos a última folha do calendário do mais recente ano que passou, por obra e graça do Papa Gregório XIII que, em 1582, instituiu esta forma de contar dos dias com que nos entendemos. Entre o muito que nos quer, almejamos que assim continue a ser, ao som do alegre chilrear dos passarinhos, pois essa coisa de se desejar o bem ainda não ocupa lugar - e, felizmente, ainda não paga imposto.

Como sempre, no último entardecer, antes do primeiro minuto do último dia do ano que se vai, sentimos um certo temor quanto aos meses ainda por vir. Mas, assim que chega o minuto zero, surge em nós um sentir esperançoso de contentamento, que nos permite........

© Diário de Trás-os-Montes