André Ventura vai trair os trabalhadores portugueses?
André Ventura vai aprovar esta sexta-feira, na generalidade, o pacote laboral? Em Novembro de 2025, já se mostrava disponível para um acordo com o Governo, mas dizia serem necessárias cedências importantes, designadamente no trabalho por turnos. Em Dezembro, o tom subiu: o líder do Chega afirmou que o pacote, tal como estava, era “um ataque a quem trabalha”, criticou o outsourcing após despedimentos e falou de uma lógica liberal “selvagem”, de “todos contra todos”.
A 1 de Maio, Ventura declarou que se tratava de “uma má reforma do trabalho” e “ineficaz para quem trabalha”. Em 22 de Maio, voltou a anunciar voto contra na generalidade se o texto permanecesse como estava, dizendo que o diploma era “mau para quem trabalha” e que o Conselho Nacional do partido propusera, por unanimidade, a rejeição da reforma laboral apresentada pelo Governo.
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