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Da emergência ao estrutural

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19.02.2026

As tempestades que atacaram o país são mais um exemplo de fenómenos climáticos extremos que farão parte do novo normal. No inverno e no verão, no interior e no litoral, nas aldeias e nas cidades, teremos de lidar cada vez mais com estas realidades, preparando-nos melhor, reagindo com eficácia e ganhando hábitos de reconstrução quase permanentes.

Nestes cenários, todas as capacidades são convocadas: gestão a nível nacional, complementada com o decisivo fator local das autarquias; liderança das instituições públicas, mas com envolvimento da sociedade civil; ações de emergência, conjugadas com intervenções a médio prazo.

Foi assim que atuámos em Lisboa: num primeiro momento, oferecendo solidariedade às regiões severamente atingidas; num segundo, alertando a população, limitando riscos, protegendo áreas críticas; num terceiro, lançando imediatas intervenções de reposição, na pavimentação das ruas, na recuperação........

© Diário de Notícias