Da emergência ao estrutural
As tempestades que atacaram o país são mais um exemplo de fenómenos climáticos extremos que farão parte do novo normal. No inverno e no verão, no interior e no litoral, nas aldeias e nas cidades, teremos de lidar cada vez mais com estas realidades, preparando-nos melhor, reagindo com eficácia e ganhando hábitos de reconstrução quase permanentes.
Nestes cenários, todas as capacidades são convocadas: gestão a nível nacional, complementada com o decisivo fator local das autarquias; liderança das instituições públicas, mas com envolvimento da sociedade civil; ações de emergência, conjugadas com intervenções a médio prazo.
Foi assim que atuámos em Lisboa: num primeiro momento, oferecendo solidariedade às regiões severamente atingidas; num segundo, alertando a população, limitando riscos, protegendo áreas críticas; num terceiro, lançando imediatas intervenções de reposição, na pavimentação das ruas, na recuperação........
