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“O ianque e o lorpa”

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25.01.2026

As gentes afectas ao PCP sempre foram consideradas como doentiamente antiamericanas. Era uma coisa que tinham, sem que se soubesse onde, que não dava para remover cirurgicamente, que não cedia a águas termais nem a intervenção medicamentosa. Vá que não vá, não era mal de morte, quando muito daria uns afrontamentos, umas regurgitações esofágicas, umas arritmias e uns sonos agitados, umas diarreias e uns distúrbios da libido... Em suma, moía, tirava alegrias, mas era coisa deles, e ninguém estava para estragar minuto, ponderando forma de debelar maleita de grupelho ameaçado de extinção. Morreria com eles, pronto, e não se falaria mais nisso.
Eu, se bem me conheço, se bem me acreditam, terei a variante benigna, traduzida numa comichão neuronal, que normalmente acalma com um carrilhão de palavras robustas, que não são passíveis de transcrição num periódico com reputação a manter. É característico da variante benigna que o tocado não se espraie no........

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