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Celinho chega ao Fim do Mundo sem deixar a família para trás

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27.06.2026

Foram quase 950 quilômetros de gelo sobre o asfalto, temperaturas de até sete graus negativos e a sensação de estar cada vez mais distante de casa. Mesmo assim, em nenhum momento Celinho pensou em desistir.

No sexto dia da viagem que integra seu projeto de volta ao mundo de motocicleta, o empresário sul-mato-grossense chegou a Ushuaia, no extremo sul da Argentina, conhecido mundialmente como o “fim do mundo”.

Mas a jornada, segundo ele, nunca foi apenas sobre quilômetros percorridos.

Antes de ser viajante, Celinho faz questão de lembrar que continua sendo pai, marido, avô, filho, empresário e amigo.

Quando alguém decide dar a volta ao mundo de motocicleta, a primeira imagem que surge é a de liberdade absoluta. Estradas infinitas, paisagens deslumbrantes e a sensação de não dever satisfação a ninguém.

A realidade dele, porém, é diferente.

Mesmo a milhares de quilômetros de Campo Grande, ele continua acompanhando os negócios, falando diariamente com a família e resolvendo questões da empresa durante o percurso.

“Eu não viro a vida para viajar. Eu associo o meu prazer à família, aos negócios e às responsabilidades que construí ao longo da vida”, resume.

“Eu não viro a vida para viajar. Eu associo o meu prazer à família, aos negócios e às responsabilidades que construí ao longo da vida”, resume.

A viagem começou sem grandes preparativos de última hora. Quem imagina caminhões de equipamentos, malas gigantes e planejamento militar se surpreende ao descobrir que ele saiu de casa levando apenas o essencial.

“Hoje eu viajo muito mais leve. Cinco camisetas, uma calça e pronto. O resto a gente resolve pelo caminho.”

“Hoje eu viajo muito mais leve. Cinco camisetas, uma........

© Campo Grande News