Venezuela sob cerco: defendendo a Revolução Bolivariana contra o imperialismo norte-americano
Diante dos recentes acontecimentos na Venezuela sob cerco imperialista, os ativistas solidários internacionais devem adotar uma postura que não reforce involuntariamente a busca de dominação por parte de Washington. Nossa responsabilidade central não é julgar cada decisão tática tomada sob condições de cerco, mas sim nos opor à agressão imperialista que cria essas condições.
A enorme estrutura da guerra híbrida dos EUA contra a Venezuela permanece intacta, continuando a sufocar a recuperação econômica do país e a minar sua soberania. Washington continua exercendo pressão decisiva sobre a principal fonte de receita nacional do país, o setor petrolífero. Utiliza sanções, coerção financeira e domínio dos sistemas bancários globais, como fez contra outros países alvo, como Iraque e Síria.
Ao mesmo tempo, a ameaça de escalada militar direta continua sempre presente, um perigo reforçado por persistentes implantações militares, retórica agressiva e ameaças reiteradas.
O que alguns podem considerar como compromissos injustificáveis do governo venezuelano não se compara às nossas obrigações como ativistas solidários internacionais: defender a Venezuela e Cuba contra as políticas do imperialismo. Os EUA continuam a intensificar bloqueios, sanções, esforços de desestabilização e ameaças militares contra esses processos revolucionários, ao mesmo tempo que travam campanhas de desinformação contra a liderança chavista e a Revolução Cubana.
Tanto Fidel Castro quanto Hugo Chávez........
