Um génio demasiado só no adeus perante a justa campeã
Comentei na redação durante a final que estava a fazer lembrar 1990. Essa Argentina com um Diego Maradona com um joelho desfeito, a ter de comandar uma seleção com muitos elementos de qualidade duvidosa, diante de uma Alemanha com mais talento e também mais equipa. Messi não chegou lesionado ao jogo decisivo com a Espanha, mas os 39 anos pesam em muita coisa. Sobretudo na capacidade que sempre teve de desequilibrar no 1x1, chave-mestra para qualquer esquema tático que lhe aparecia para sempre.
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