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A empatia, segundo Farioli (um entre muitos portugueses no banco)

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25.03.2026

Ri-me, confesso. Quando se começou a dizer que a grande lacuna de Roger Schmidt no Benfica era, ao fim de tantos meses, não dizer uma única palavra de português, ri-me. E foi mesmo um dos pregos na sua cruz.

Não só os jornalistas o entendiam e podiam filtrar as suas palavras para gente menos esclarecida, como provavelmente todos os jogadores percebiam o que deles era pedido sem esforço, desde o primeiro dia. Schmidt foi campeão, porém desmoronou-se, face ao peso dos resultados posteriores. A falta de apoio por parte da direção, que o deixou sozinho a lutar com adeptos em fúria, qual D. Quixote e........

© A Bola