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Aprender com o Arsenal e o PSG

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01.06.2026

Quando o Sporting está em mutação acelerada, o Benfica continua mergulhado na indefinição e o FC Porto apostou na evolução na continuidade, valerá a pena refletir um pouco sobre a final da Liga dos Campeões disputada no último sábado em Budapeste, e na política dos clubes envolvidos na disputa pela ‘Orelhuda’.

Comecemos pelo Paris Saint-Germain, atual bicampeão europeu: desde 2011, quando a QSI, agora acionista de referência do SC Braga, e com ligações diretas ao Governo do Catar, comprou o clube, os parisienses passaram 13 anos a tentar resolver problemas e ganhar relevância europeia colocando dinheiro em cima dos problemas, esperando assim comprar o êxito desportivo. Demoraram 13 anos a perceber que, por mais Messis, Neymares e Mbapées que tivessem, pagos a peso de ouro, não passavam da cepa torta, sendo apenas Gullivers em Lilliput, quer dizer, no campeonato francês. A relevância do PSG surgiu apenas quando percebeu, muito por influência do homem-forte do seu futebol, o português Luís Campos, que não são os jogadores que ganham as competições, mas sim a equipas. Foi com jogadores que colocam o coletivo acima do ego que a glória sorriu à equipa do Parque dos Príncipes, deixando para trás a guerra de egos e a prevalência dos umbigos de........

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