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Uma economia que também joga

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19.10.2026

Há cerca de 18 meses, troquei uma carreira construída na Banca pelo futebol profissional em Portugal. A linguagem não é tão diferente: capital, risco, retorno, governação e sustentabilidade pertencem aos dois mundos. Na abertura da EXPOFUT, Paulo Rios, administrador da AICEP, recordou que já em 2016 defendia o reconhecimento do futebol profissional como indústria relevante para a economia nacional.

Os números confirmam essa leitura. De acordo com os dados mais recentes, o setor alcançou 1.133 milhões de euros de receitas, contribuiu com 956 milhões para o PIB (mais 44% face ao ano anterior), gerou 288 milhões de euros em impostos e assegurou mais de 6.000 postos de trabalho. Esta dimensão nasce de uma cadeia de valor que inclui direitos audiovisuais, exploração comercial, transferências, tecnologia, infraestruturas e........

© A Bola