Até que ponto escolhemos livremente?
Somos mesmo livres! Até que ponto escolhemos livremente? Quando o relógio nos diz para caminhar, beber água ou respirar pausadamente, fomos nós que decidimos — ou apenas seguimos uma indicação?
Quando procuramos um par de ténis e surge um “desconto imperdível”, avançamos porque o algoritmo identificou uma necessidade e a estimulou, ou porque escolhemos aproveitar a oportunidade? Quando o anel informa que o nosso sono é insuficiente e decidimos deitar mais cedo, é........
